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Daniel Goleman

Inteligência Emocional

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Inteligência Emocional

Daniel Goleman, autor do livro Inteligência Emocional, aborda de forma impressionante e de certa maneira inédita o conceito da inteligência emocional, visto que esse conhecimento ainda não havia se popularizado em um formato de fácil leitura, restrito anteriormente ao ambiente acadêmico e científico. 

O incrível é a capacidade de quebrar paradigmas que o conceito Inteligência Emocional tem, principalmente relacionada ao QI (Quociente Intelectual). Acreditava-se até alguns anos atrás que o QI era o atributo mais importante e decisivo para o sucesso. O ponto é que através de diversos experimentos, análises e estudos, encontrou-se uma nova inteligência, ainda mais decisiva para o sucesso: a inteligência emocional. 

Os individuos com QI elevado, geralmente se saem melhor em exames (como um vestibular por exemplo). Mas na fase adulta logo nota-se que os mais bem sucedidos profissionalmente não são os de QI mais alto, e sim os com QE ( Quociente Emocional) alto. 

Mais pessoas medianas ocupam alto cargos ou tem salários mais altos que pessoas com QI elevado. É importante lembrar que o QI é um ingrediente importante, mas não o único, visto que uma pessoa para alcançar altos níveis precisa ter capacidade de criar motivações para si, persistir num objetivo apesar dos percalços, controlar impulsos, aguardar pela satisfação de desejos, manter-se em bom estado de espírito, controlar ansiedade, ser empático e autoconfiante. Atributos que não estão relacionados necessariamente ao indivíduo bom em cálculos, memorização ou outros aspectos que os exames exaltam. 

A inteligência emocional é um importante atributo para vida pessoal e profissional. Os indivíduos mais felizes, são os mais equilibrados, otimistas e empáticos, qualidades importantes para saúde mental e uma boa conviência. Os indivíduos que se relacionam bem, sobem aos níveis mais altos das empresas, sabem quando fazer e cobrar favores, circulam bem por diferentes circulos e agregam valor a vida das outras pessoas. 

Amar e trabalhar, disse certa vez Freud a um discípulo, são as capacitações correlacionadas que indicam que alcançamos a plena maturidade.

Mas afinal inteligência emocional é algo genético, é destino, é imutável? Não!

O autor mostra que muitas das capacidades emocionais estão relacionadas a questões neurológicas, mas boa parte delas são aprendidas e desenvolvidas ao longo da vida, tendo seu maior impacto na infância. Através de autoconhecimento, exercícios, busca do saber e muitas vezes pela psicoterapia, é possível evoluir e aprimorar a inteligência emocional.

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Inteligência Emocional
Daniel Goleman
  • Diego Sousa

    Ótima resenha.. Conteúdo relevante e livro muito bom!

    Pretendo ler em breve!

    • Lucas Conchetto

      Valeu Diego, lê sim cara, tem muita coisa boa nesse livro. Abraço!

Lucas Conchetto - 2018